==
10 out

Qual a diferença entre a lapidadora copo e a lapidadora periférica?

Quem tem pelo menos algum conhecimento sobre o processo de beneficiar vidros através da utilização de máquinas sabe que os grandes responsáveis pela usinagem das peças são os rebolos. Os rebolos, por sua vez, são abrigados nas lapidadoras, que existem em dois tipos: a lapidadora periférica e a lapidadora copo.

No texto que a Vidramaq trouxe hoje, nós explicaremos melhor as principais diferenças das duas espécies de lapidadoras. Se você quer saber qual será melhor para a sua produção, continue a leitura do texto abaixo e descubra!

 

A lapidadora periférica

Começamos a comparação falando sobre as lapidadoras periféricas. Como antigamente elas eram a principal tecnologia viavelmente disponível, a indústria brasileira trabalhou com elas majoritariamente por muito tempo.

Nesta modalidade de lapidação, como o próprio nome sugere, os rebolos atacam a peça de vidro com um toque periférico, ou seja, com apenas um ponto tocando a superfície. Com o processo, a remoção do vidro é feita muito abruptamente, o que chega a causar estrias que prejudicam a aparência final.

Ainda assim, como esta era a única opção viável, até mesmo o setor da decoração a usava. 

Outro problema aparente causado pelas lapidadoras periféricas diz respeito aos rebolos de acabamento. Para que fiquem em perfeitas condições, eles precisam ser muito gastos, algo que reduz a vida útil das peças consideravelmente.

 

A lapidadora copo

A lapidadora copo, por sua vez, já apresenta suas primeiras diferenças na própria estrutura e composição. Como a atuação é mais precisa, ela necessita de mais força para funcionar e, consequentemente, deve ser mais robusta.

Além disso, a própria usinagem também difere da periférica. Aqui, ao invés de tocar apenas um ponto, os rebolos tocam toda uma área do vidro. Ainda que, como já citamos, isso exija mais potência (tanto do motor quanto do transportador), a precisão nos resultados é muito maior.

O acabamento que a lapidadora copo proporciona é impecável, o que fez com que o setor decorativo optasse cada vez mais pelo seu uso. O resultado das peças desta lapidação é muito mais limpo e visualmente agradável.

 

E qual é a melhor?

Apenas com a descrição das principais características de cada um dos tipos de lapidadoras já fica claro como a copo apresenta vantagens evidentes em relação à periférica. Mas, caso você queira, tem ainda mais.

Enquanto uma lapidadora periférica exige que os rebolos sejam trocados de acordo com a espessura do vidro que passará por ela, a lapidadora copo não. Com seu avançado controle computadorizado, ela inclina e adapta os rebolos de acordo com a espessura das peças.

Por fim, há a questão da durabilidade dos rebolos. Enquanto a vida útil destas peças em uma lapidadora periférica é de cerca de 1 semana, uma lapidadora copo faz com que elas durem até 15x mais.

 

A Vidramaq trabalha com diversos modelos de lapidadora copo!

E por aqui nós trabalhamos apenas com lapidadoras copo, buscando sempre oferecer os equipamentos de maior qualidade para nossos clientes. As opções que a Vidramaq possui no catálogo são as mais variadas, e você pode conferir cada uma delas neste link.

Quem procura uma máquina mais eficiente, precisa e econômica a longa prazo com certeza ficará satisfeito com uma lapidadora copo.

 

 

Gostou do texto de hoje? Para receber mais materiais como este, continue acompanhando a Vidramaq através do Facebook e do Instagram!

RECEBA NOSSAS NOVIDADES POR E-MAIL